A alíquota de 1% que passou a aparecer nas notas fiscais em 2026 foi desenhada para não pesar no caixa. O valor de IBS e CBS é compensável e não aumenta a carga tributária neste ano.
Por isso, muita empresa cometeu o mesmo erro: tratou a fase de testes como formalidade.
Mas o objetivo deste período nunca foi arrecadar. Foi diagnosticar.
Ao destacar IBS e CBS em cada documento fiscal, a fase de testes revela, na prática, três coisas que nenhuma projeção em planilha mostra com a mesma precisão:
A prontidão dos sistemas. ERPs e emissores que travam, calculam errado ou exigem ajuste manual estão sinalizando o custo operacional que virá quando as alíquotas subirem.
O comportamento da cadeia. A não-cumulatividade muda o crédito gerado por cada fornecedor. Quem mapeia agora descobre onde o custo real do insumo vai mudar antes que o preço mude sozinho.
A sensibilidade do caixa. O regime dual, com dois sistemas convivendo, exige projeção de fluxo para os próximos anos de transição até 2033.
Em outras palavras: 2026 entregou de graça um teste de estresse que a maioria das empresas pagaria caro para fazer.
A pergunta estratégica não é “quanto paguei de IBS e CBS este ano”. É “o que esses números me ensinaram sobre a minha operação”.
Na Contar Consultoria, acompanhamos cada atualização da Reforma e lemos os dados da fase de testes como um diagnóstico de prontidão, traduzindo complexidade regulatória em decisão prática.
Sua organização já analisou o que a fase de testes revelou, ou apenas pagou o 1%?
Contar Consultoria. Contabilidade que olha para o futuro, não para o passado.
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